Folha de S. Paulo denúncia superfaturamento em jogo da seleção.

23/08/2011

Saiu neste domingo na “Folha de S. Paulo” que a Polícia Civil do DF teria provas do superfaturamento no amistoso Brasil X Portugal de 2008. Na matéria, a Folha diz que a partida custou R$ 9 milhões pagos pelo governo do DF, através do “idoneo” José Roberto Arruda para a agência de marketing esportivo “Alianto Marketing”, do proprietário Sandro Rosell, amigo pessoal de Ricardo Teixeira.

 

A Alianto teria sido contratada sem licitação e registrado pagamentos superfaturados em transporte e hospedagem para a organização da partida.

Fonte: Diário O Lance

 

 

 

 

Aos poucos, as coisas contra R. Teixeira vão surgindo. Esperamos que isso seja realmente bastante investigado e que faça parte da CPI do Futebol, que DEVE ser reaberta.

Fica a nossa torcida e pressão para que essas denúncias não saiam apenas nos veículos online e sejam sempre lembradas por todos. Queremos tudo investigado na CPI do futebol e Ricardo Teixeira (pelo menos) fora da CBF.

Continuaremos com os protestos na internet e nas ruas: #foraricardoteixeira – aguardem novos atos.

 

 

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One Response to “Folha de S. Paulo denúncia superfaturamento em jogo da seleção.”

  1. Maira Says:

    Todo mundo sabe que Durval Barbosa é acusado de desviar dinheiro (mais 400 milhões) dos cofres públicos. Carrega nas costas 40 processos por corrupção, chantagem e formação de quadrilha. Todo mundo também sabe que esse tal de Durval também é o delator do tal mensalão do DEM, que afastou o Arruda do governo do DF. Até aí tudo bem…???? Ontem eu li nesse link http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/08/justica-adia-decisao-sobre-se-guerner-e-bandarra-responderao-nova-acao.html que na sessão no Tribunal Regional Federal que analisava a denúncia contra o ex-procurador Leonardo Bandarra, a promotora Deborah Guerner, e o marido dela, por tentativa de extorsão, concussão (que eu nem sei o que é direito, mas é grave), formação de quadrilha e outros bichos, que o advogado dos acusados Rogério Martins, disse o seguinte: ” A palavra de Durval Barbosa, no sentido processual penal é contaminada pelo acordo de delação”. Se a palavra de Durval “é contaminada” neste caso, por que a justiça, a polícia e a midia ainda acreditam na palavra de Durval? na cara que ele é mentiroso e acusa sem provas concretas!


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