Após protestos na Paulista e matéria da Rede Globo sobre o suposto caso de corrupção na partida Brasil X Portugal, o atual presidente do Timão e possível cotado a sucessor na CBF, Andrés Sanchez, saiu em defesa ao seu novo “chefe” e acha exagerada as desaprovações e manifestações contra o presidente da entidade.

Muito curioso e creio que até mesmo os mais fanáticos corintianos vão entender, é essa cega aliança e  defesa que Andrés faz a Rede Globo (Meses atrás ele disse que é ”amigo da Globo, mesmo sendo gangster”) e Ricardo Teixeira.

O mais ironico, antes de tudo, é lembrar o que aconteceu no Corinthians há 5 anos atrás, que desencadeou em um título brasileiro e uma queda para a Série B:

Uma outra aliança política que Andrés Sanchez participou (com Kia Joorabchian e MSI) que levou o Coringão para páginas dos cadernos policiais. Nessa época, Andrés era coligado ao presidente Alberto Dualib e muitos membros da diretoria corintiana (incluindo o presidente foram indiciados), misteriosamente a corda apertou e Andrés virou oposição.

Em recente matéria da Revista Istoé, Sanchez foi apontado como dono de empresas fantasmas e possivelmente envolvido em negócios ilicitos.

Ao ler essa matéria você pode notar que a trajetória de Sanchez foi baseada no puxa saquismo. Ou pode dizer: alianças.

Era um dos fundadores de torcida organizada e graças a proximidade com o ex-presidente Alberto Dualib, trabalhou no clube. Ascendeu no cargo, graças a negociação com a MSI – Kia e Berezovsky (ambos procurados pela Interpol),  e quando a corda estorou pulou fora e mudou de lado, fazendo oposição a Dualib.

Eleito presidente do Corinthians, tem tratado o (declarado) desafeto da CBF – o São Paulo Futebol Clube – com desprezo, desrespeito e falta de coleguismo e assim conquistando a simpatia de Ricardo Teixeira.

Essas atitudes e o bom relacionamento com Teixeira, levaram Andrés a ser o chefe da delegação da Seleção Brasileira na fracassada campanha da copa de 2010. E consequentemente a ser eleito um dos apoiadores no comitê organizador da Copa-14. E apontado como o possível sucessor de Teixeira no comando da CBF em 2015.

Ou seja, é compreensivel que um sujeito com o histórico de Andrés Sanchez, que sempre se aproveitou de bons relacionamentos para subir de cargos e postos, saia em defesa do seu novo patrão, afinal de contas: ele tem interesse em ver Teixeira bem e por cima.

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Essa é uma notícia um pouco antiga, de maio deste ano, mas vale sempre colocarmos em pauta.

O Baixinho e tetracampeão mundial Romário – agora atuando na política – convidou meses atrás Ricardo Teixeira a comparecer à câmara de deputados para dar explicações sobre as denúncias de Corrupção que envolvem o mandatário da CBF.

Leia a matéria Aqui.

 

Hoje, meses depois dessa ‘convocação’ – você acha que Ricardo Teixeira foi explicar algo?

 

 

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